Pílulas da Inteligência


Medicamentos para aumentar a inteligência deixaram de ser ficção científica. Mas por que resistimos tanto a mudar nossas habilidades cognitivas com o uso de drogas?

Revista Scientific American - por Michael S. Gazzanica*

Qualquer criança sabe que algumas pessoas são mais inteligentes que outras. Mas qual é a diferença entre o cérebro de um Ph.D. e o de uma pessoa comum? Se pudéssemos responder a essa pergunta, outra ainda mais importante se seguiria: seria ético transformar pessoas comuns em gênios?

De acordo com a teoria da evolução, se formos inteligentes o bastante para inventar uma tecnologia capaz de aumentar nossa capacidade cerebral, deveríamos aproveitar essa vantagem. Esse seria o passo seguinte na sobrevivência do mais forte. Como notou o psicólogo Corneliu Giugea na década de 70, "o homem não esperaria passivamente milhões de anos até que a evolução lhe oferecesse um cérebro melhor".

Mas preocupações constantes persistem quando se trata de aumentar artificialmente a inteligência. Geneticistas e neurocientistas têm avançado na compreensão dos genes, estruturas cerebrais e substâncias neuroquímicas passíveis de ser alterados por meios artificiais para aumentar a inteligência. Essa perspectiva introduz o temor de que uma nação de pessoas esforçadas deixe de lado o trabalho duro e passe a recorrer a receitas médicas para se desenvolver.

Aumentar a inteligência não é ficção científica. Muitas drogas da "inteligência" estão na fase de testes clínicos e devem chegar ao mercado em menos de cinco anos. Algumas medicações atualmente disponíveis para pacientes com problemas de memória podem aumentar a inteligência também de pessoas saudáveis. Da mesma maneira, poucos lamentariam seu uso para aprimorar o esquecimento decorrente da idade avançada. Muito provavelmente, drogas que combatem esses efeitos seriam adotadas sem maiores problemas por milhões de pessoas.

Medicamentos desenvolvidos para psicoterapias podem ser utilizados para melhorar certas funções cerebrais. A Ritalina aumenta o rendimento escolar de crianças hiperativas e faz o mesmo por meninos e meninas saudáveis. O resultado é uma pontuação consideravelmente maior em testes escolares tanto em hiperativos quanto em usuários normais. Atualmente, muitos jovens saudáveis a consomem com esse propósito - e, francamente, não há como impedi-los.

Em certo sentido, com essas substâncias, estamos revivendo as histórias associadas a drogas psicoativas ilícitas mais conhecidas. Além de extremamente eficaz contra dores, a morfina, por exemplo, é também uma substância que altera os estados mentais, o que, em certas áreas da sociedade, causa problemas sociais e psicológicos tremendos. Mas deveríamos deixar de produzir esse analgésico apenas porque ele pode ser mal utilizado? Mesmo quando o problema é apenas melhorar a memória, temos grandes preocupações sociais. Por que resistimos tanto a mudar nossas habilidades cognitivas com o uso de drogas?

O motivo, creio eu, é acreditarmos que aprimorar nossa capacidade cognitiva é uma forma de trapaça. Se de algum modo alguém tem sucesso trabalhando duro, tudo bem. Mas sacar uma pílula e aprender coisas novas após uma única leitura parece injusto. Essa posição não faz sentido. Há, entre a população normal, homens e mulheres com memória assombrosa, ou que aprendem línguas e música muito rapidamente, e mesmo aqueles com capacidades superiores dos mais variados tipos. Algo em seu cérebro permite que codifiquem novas informações numa velocidade espantosa. Aceitamos o fato de que eles devem ter algum sistema químico superior ao nosso ou certos neurocircuitos mais eficientes.

Então por que deveríamos nos incomodar se podemos conseguir as mesmas coisas com uma pílula? Em certo sentido, não dar aos humanos um sistema neural superior foi "traição" da Natureza, então alcançá-lo através de nossa própria inventividade parece ser uma atitude muito inteligente de nossa parte. Na minha opinião, é exatamente isso o que deveríamos fazer.

  • Reforço de memória

    Já estão disponíveis ou em estágio de aprovação pela FDA, a agência americana de controle de alimentos e fármacos, diversos estimulantes cognitivos que comprovadamente melhoram a memória. Eles estão sendo chamados de drogas inteligentes ou nootropos, do grego noos, mente, e tropein, em direção a. Sempre que um estudo mostra que determinada substância química produz aumento, mesmo que moderado, da memória em uma população animal específica (moscas-das-frutas, camundongos, seres humanos etc.), uma de duas coisas acontece. Se a substância ainda não está no mercado, uma empresa farmacêutica rapidamente passa a explorar a descoberta. Se já é comercializada, porém para tratar doenças conhecidas - por exemplo, Alzheimer ou distúrbios de hiperatividade e déficit de atenção -, há uma explosão do uso do remédio para fins diferentes daqueles para os quais foi produzido e vinha sendo utilizado. Algumas drogas inteligentes foram aprovadas e estão no mercado, assim como alguns remédios fitoterápicos sem aprovação. Lojas conhecidas como smartshops (lojas inteligentes) têm surgido por toda a costa oeste dos Estados Unidos para vender esses produtos.

    Entre os defensores da pesquisa sobre estimulantes de memória está Eric R. Kandel, da Universidade Columbia, que ganhou um prêmio Nobel por seu trabalho sobre aprendizado e memória da lesma-do-mar. Kandel constatou que o aprendizado ocorre na sinapse (a junção entre dois neurônios) de diversas formas. A sinapse é aprimorada quando a proteína CREB é ativada, e a CREB desempenha importante papel na formação da memória de moscas-das-frutas e camundongos. Essa descoberta levou à criação, em 1998, da Memory Pharmaceuticals, a empresa de Kandel em Montvale, Nova Jersey, que almeja desenvolver uma droga capaz de aumentar a quantidade de CREB no sistema neural humano, o que facilitaria a formação da memória de longo prazo. Uma das substâncias mais promissoras é a MEM 1414. Se os testes clínicos correrem bem, a MEM 1414 pode chegar ao mercado em 2008. Pelo menos uma outra empresa, a Helicon Pharmaceuticals, de Farmingdale, Nova York, está conduzindo pesquisas com a CREB para aprimorar a formação da memória humana.

    Outras drogas também estão sendo pesquisadas em trabalhos sobre outros mecanismos cerebrais. Antes de um neurônio aumentar naturalmente a produção de CREB, certos canais de sua membrana têm de se abrir para permitir que íons positivos fluam para o interior da célula. Os íons então desencadeiam uma sequência de eventos que levam à ativação da CREB. Um desses canais é conhecido como NMDA. Em 1999, Joseph Z. Tsein, Ya-Ping Tang e seus colegas, então na Universidade Princeton, descobriram que aumentar o número de receptores NMDA no hipocampo de camundongos produzia melhor desempenho em tarefas de memória espacial. No momento, pesquisadores e indústrias farmacêuticas tentam desenvolver agonistas de receptores de NMDA (eles combinam com os receptores) como nootropos. Pelo menos uma dúzia de novas drogas desse tipo estão em vias de iniciar a fase de testes clínicos.

    Os cientistas sabem há muito tempo que substâncias mais comuns, como adrenalina, glicose e cafeína melhoram o desempenho e a memória. Claro, nós todos sabemos disso: pessoas que fazem as coisas de última hora trabalham melhor sob o efeito da descarga de adrenalina causada pela aproximação do prazo final; evitamos trabalhar "de estômago vazio", e estamos dispostos a pagar a mais por um café com leite duplo - tudo isso é prova de como apreciamos essas atividades lícitas.

    Automedicação na padaria ou no café da esquina é possível. Mas vejamos o seguinte caso, mais científico. Em julho de 2002, Jerome Yesavage e seus colegas da Universidade Stanford descobriram que o donepezil, droga aprovada pela FDA para retardar a perda de memória em pacientes com Alzheimer, melhora a memória de pessoas sem a doença. Os pesquisadores treinaram pilotos em um simulador de voos para realizar manobras específicas e responder a emergências que ocorriam durante o voo simulado. Metade deles recebeu donepezil e a outra um placebo. Um novo teste no mês seguinte demonstrou que os pilotos que haviam tomado o donepezil lembravam melhor de seu treinamento, como ficava evidente no desempenho mais eficiente desse grupo. Existe a possibilidade de que o donepezil se transforme em uma Ritalina de universitários. Acredito também que nada possa deter essa tendência.

    Essa história nos lembra que o mal uso de drogas ou seu uso para outros fins é uma constante. Tentar administrar, controlar e criar leis contra isso não dará em nada além de fracasso e desinformação. Esse fato tem de ser discutido publicamente, e precisamos chegar a um consenso a esse respeito. O Aricept (nome comercial do donepezil) funciona, a cafeína funciona, a Ritalina funciona. As pessoas as usarão ou não dependendo de suas opiniões pessoais sobre melhorar a inteligência por meio de drogas. Alguns gostam de alterar seus estados mentais. Outros, não.

    Imagino que adultos optarão por não utilizar os estimulantes de memória ou os teoricamente mais obscuros melhoradores cognitivos ou de QI. Por quê? Porque quando a memória está em estado normal de funcionamento, nós nos adaptamos a esse nível e organizamos nossa vida psicológica nesse contexto. Aumentar nossa capacidade de memória pode desencadear um efeito dominó sobre o cotidiano. Afinal de contas, passamos boa parte de nossas noites tentando esquecer muitas das memórias do dia. Ao longo da vida, construímos nossa narrativa pessoal baseada na eficiência de nossa memória e na capacidade de esquecer. Qualquer mudança nessas capacidades, seja ela significativa, seja quase imperceptível, terá de ser incorporada à estrutura daquelas narrativas, alterando a vida mental de uma pessoa.

    Para uma sociedade que gasta uma quantidade razoável de tempo e dinheiro tentando se libertar de experiências e lembranças pregressas, o surgimento de novos melhoradores de memória carrega certa ironia. Por que as pessoas bebem, fumam maconha e fazem outras coisas que as levam a se afastar de suas faculdades normais de percepção? Por que os consultórios de psicólogos estão abarrotados de pacientes que gostariam de esquecer tristes memórias? E por que vítimas de eventos emocionais terríveis como traumas, abusos ou relações desgastantes sofrem quando os rememoram? Uma pílula que aumente a memória pode criar um conjunto inteiro de novos distúrbios. É possível que a memória de experiências ruins que nos assombram se torne presença constante em nossa consciência após tomarmos pílulas que melhorem a memória. Esse e dúzias de outros problemas podem ser o resultado final do uso de estimulantes de memória.

    Evidentemente, são necessárias muitas etapas até que se obtenha sucesso no desenvolvimento de uma nova droga, e alguns críticos até duvidam de que veremos esses novos estimulantes de memória enquanto vivermos. Apesar de alguns estudos com modelos animais mostrarem que drogas aprimoram a memória e o desempenho em determinadas tarefas, não temos certeza se trariam benefícios a seres humanos. Muitos nootropos que se mostraram promissores em animais de laboratório foram um fiasco completo em testes clínicos em pessoas. Seria porque milhões de anos de evolução resultaram em um cérebro humano cujas concentrações neuroquímicas operam em nível de eficiência máxima? Outro problema com a utilização dessas drogas é seu potencial para causar efeitos deletérios. Algumas experiências com camundongos com mentes "inteligentes" alteradas, por exemplo, mostraram que eles não ficaram apenas mais receptivos ao aprendizado, mas também mais sensíveis à dor.

    Melhorar a memória é um dos pontos em questão. Tomar as pessoas mais inteligentes - mais aptas a compreender idéias complexas com maior facilidade e menos esforço - parece, no entanto, mais problemático. Queremos um país cheio de gênios? À primeira vista, parece loucura. Mas a ciência indica que isso não está muito longe da realidade.

    Tentar definir o significado de "inteligência" tem frustrado os cientistas por muitos anos. Testes de Ql e desempenho escolar, apesar de serem indicadores de sucesso acadêmico utilizados há muito tempo, estão muito longe de ser indicadores perfeitos do sucesso no mundo real. Testes de inteligência, especialmente o de QI, medem as habilidades analíticas das pessoas, compreensão verbal, organização da percepção, memória ativa e velocidade de processamento. Esse tipo de inteligência é conhecido como psicométrica, e apesar de não ser o único tipo (alguns pesquisadores falam em "inteligências múltiplas", entre as quais até mesmo a habilidade nos esportes), ela pode ser testada, e permanece, portanto, como um de nossos principais instrumentos de medida.

    Em 1904, Charles Spearman, psicólogo inglês, fez uma revisão da literatura do século XIX sobre inteligência e descobriu que pessoas que tinham bom desempenho em um tipo de teste de inteligência pareciam ter bons resultados em todos os outros. A partir disso, Spearman inventou o conceito de uma "inteligência geral", que ele chamou de fator g, relacionado a muitas habilidades e que faz com que algumas pessoas sejam boas em praticamente todos os tipos de desafios de inteligência. Muitos estudos realizados desde então corroboram as idéias de Spearman, e o consenso atual entre cientistas e psicólogos é que o fator g é responsável por grande parte da variação em pontuações de testes de inteligência.

    Recentemente, geneticistas descobriram que mesmo qualidades abstratas como a personalidade e a inteligência estão codificadas em nossos genes. Estudos sobre as bases genéticas da inteligência g estão apenas começando, e pelo fato de g ser o resultado de muitos genes, a procura será longa. No entanto, um estudo já descobriu que um gene no cromossomo 6 está ligado à inteligência.

    O chamado mapeamento genético do cérebro pode ajudar nessa busca. Os cientistas examinam as características estruturais desse órgão (tamanho, volume etc.) em muitos indivíduos, incluindo gêmeos, parentes e pessoas sem relação entre si. Por meio da análise desses cérebros por ressonância magnética e da comparação das diferenças, os pesquisadores são capazes de determinar quais áreas cerebrais são mais influenciadas pelos genes. Esses estudos começaram apenas há quatro ou cinco anos. Os geneticistas esperam que, uma vez identificadas as regiões mais afetadas pela hereditariedade, poderão descobrir quais genes são responsáveis por elas. Por meio desse mapeamento reverso, os especialistas deverão ser capazes de aprender mais sobre a genética da inteligência.

    Geneticistas e neurocientistas parecem estar de acordo no seguinte ponto: os genes que afetam a inteligência podem ser os responsáveis pela codificação das estruturas e funções de áreas cerebrais específicas que são a base do g de Spearman. Quando os pesquisadores combinam o mapeamento cerebral com testes de QI, podem começar a examinar as correlações entre tamanho, estrutura e volume do cérebro e inteligência. Neurocientistas já descobriram que o tamanho total do cérebro tem uma relação estatisticamente significativa com o QI. Pesquisas mais detalhadas mostraram que a quantidade de massa cinzenta - consistindo, basicamente, nos corpos celulares dos neurônios - nos lobos frontais varia significativamente de acordo com a diferenças no desempenho em testes de inteligência. Isso sugere que a inteligência g talvez se localize no lobo frontal.

    Com efeito, John Duncan e seus colegas do Conselho de Pesquisa Médica de Cambridge, Inglaterra, que submeteram voluntários inteligentes a uma bateria de tarefas muito exigentes do ponto de vista mental e descobriram que a parte lateral do lobo frontal, tanto do lado esquerdo como do direito, pode ser o local onde se concentra a inteligência geral. Ao passarem por tomografias por emissão de pósitrons (PET), os voluntários de Duncan ativaram seletivamente o córtex lateral frontal durante diversos testes de inteligência. Alguns pesquisadores têm se mostrado céticos em relação à importância do estudo de Duncan, dizendo que ele é, quando muito, sugestivo, uma vez que não sabemos exatamente o que o lobo frontal faz. Mas suas descobertas estabelecem o fato de que entramos em uma nova era na história científica - uma era que permite aos neurocientistas investigar diferenças individuais na inteligência, até então um terreno ocupado apenas pelos psicólogos.

    Por causa disso, tem aparecido uma literatura científica sobre diferenças neurais na inteligência bastante significativa. A importância do lobo frontal tem sido corroborada pela observação de que pessoas com danos nessa região costumam ter uma pontuação em testes de QI de 20 a 60 pontos menor que as demais. Elas apresentam déficit também na chamada inteligência fluida, que diminui com a idade e inclui o raciocínio abstrato, a velocidade de processamento, respostas acuradas sob pressão do tempo e o uso de novos materiais.

  • Mais inteligentes ou apenas mais rápidos?

    O futuro já chegou. Isolamos um gene envolvido na inteligência, e outros mais virão. Sabemos que partes do cérebro são influenciadas por determinados genes e que partes estão correlacionadas com QIs altos. Também conhecemos algumas das substâncias neuroquímicas envolvidas no aprendizado e na memória. Com esse conhecimento, compreenderemos o que deve ser manipulado para aumentar a inteligência em pessoas que não foram agraciadas com o dom do brilhantismo nos seus genes ou aumentar a inteligência daquelas que o foram. A terapia genética poderia inserir, retirar, ligar ou desligar genes que sabemos estar associados à inteligência.

    Acredito que nada disso coloca em risco nossa percepção de nós mesmos. As oportunidades de melhorar o estado mental de alguém existem em abundância. "Inteligente" descreve quão bem uma pessoa processa informações e comprende tarefas. Tendo compreendido alguma coisa, precisamos empreender muito trabalho para chegar a sua solução, e mesmo as pessoas mais inteligentes raramente dizem que uma tarefa é fácil. Elas trabalharam duro para chegar a descobertas e soluções. Assim, podemos todos compreender novos problemas mais rápido, mas não sabemos bem ao certo o que significa ficar mais inteligente. "Mais inteligente" é, com muita frequência, apenas outra definição para "mais rápido".

    Independentemente do que aconteça, podemos ter certeza de que drogas que melhoram nossa capacidade cognitiva serão desenvolvidas e que elas serão usadas - bem e mal. No entanto, do mesmo modo que a maioria das pessoas escolhe não alterar seu estado de espírito com o uso de Prozac e nós todos oreintamos a própria vida em face das infinitas oportunidades de mudar nossa compreensão do que é normal a sociedade incorporará novas drogas da memória de acordo com a filosofia de cada indivíduo e a noção de seu lugar no mundo. A auto-regulação se dará. As poucas pessoas que desejam estados alterados de percepção encontrarão os meios para isso, e aquelas que não querem mudar a noção de quem são ignorarão essas drogas. O governo deve se manter afastado disso, deixando que a moral e a ética de cada um de nós nos guie através desses novos campos de aperfeiçoamento.

    Para Conhecer mais

    Intelligence reframed: multiple intelligences for the 21st century. Howard Gardner. Basic Books, 2000.
    "Smart drugs": do they work? Are they ethical? Will they be legal? Steven P. R. Rose, em Nature Reviews Neuroscience, vol. 3, nº 12, págs. 975-979, dezembro, 2002.
    Inteligência. Viver Mente&Cérebro, edição especial nº 1.

    *Michael S. Gazzanica é diretor do Centro de Neurociências Cognitivas do Dartmouth College e foi membro do Conselho Presidencial de Bioética. Este artigo foi adaptado, com sua permissão, de seu novo livro, The ethical brain (Dana Press, 2005).

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