A Medida da Inteligência


Há um século o psicólogo francês Alfred Binet inventou uma escala para medir a inteligência e deu origem aos testes de QI. Hoje, cada vez mais especialistas admitem a idéia de habilidades múltiplas.

Revista Scientific American - Serge Nicolas

Quem nunca fez(ou pelo menos desejou fazer) um teste de inteligência, mesmo aqueles que aparecem de vez em quando nas revistas? Quase todos, cedo ou tarde, experimentam avaliações dessa ordem porque gostam de se confrontar, de de pôr à prova. Questionários para medir habilidaes mentais foram amplamente disseminados entre os anos 60 e 70, e ainda hoje há quem se orgulhe de ter uma quociente de inteligência (QI) acima da média.

A atriz Shoran Stone por muito tempo declarou fazer parte do Mensa, um grupo formado por pessoas que obtêm pontuação superior a 131 no teste oficial aplicado pela associação. Depois de ter sido desmentida, admitiu nunca ter sido membro da associação, ao contrário de outra estrela de Hollywood, Geena Davis. Os Testes mais conhecidos baseiam-se principalmente em exercícios de lógica simbólica e, por essa razão, sua validade é questionada por muitos especialistas: hoje se sabe que ter boas capacidades nessa área na verdade não é o único parâmetro para medir a inteligência de um indivíduo.

As primeiras tentativas de medição da inteligência remontam à segunda metade de século XVIII e apareceram com o advento das ciências nas quais se fundamenta a moderna psicologia. O suíço Johann Kaspar Lavater pensava que aspectos de personaldiade coincidiam com características exteriores. Para ele, linhas e contornos do rosto revelavam o caráter: quanto mais aberto o ângulo facial, mais desenvolvidos o crânio e o cérebro e, portanto, maior a capacidade intelectual.

  • Recipiente e Conteúdo

    Segundo a frenologia, cujos expoentes foram Franz Joseph Gall e seu aluno Johann Caspar Spurzheim, a conformação da superfície interna do crânio era determinada pela configuração externa do cérebro. O desenvolvimento mental seria regido pelas oito facultades superiores (sagacidade comparativa: espírito metafísico e profundidade de raciocínio: espírito cáustico; talento poético; senso de justiça; habilidade para imitação; devoção e firmeza de caráter), localizadas no córtex cerebral e, por conseguinte, revelaria a inteligência.

    Só no fim do século XIX chegou Alfred Binet, livre da fúria racionalista do Iluministo que nessa época já tinha sido aplicada. Ele não se sente atraído pela frenologia, mas ficou fascinado com a idéia de procurar a inteligência nos traços físicos, especialmente na medida da caixa craniana. As primeiras tentativas, porém, foram desastrosas, e pesquisas de alguns psicólogos anglo-saxões o levaram a estudar a inteligênncia com base em parâmetros mentais e não físicos.

  • Da África à Eugenética

    Em 1890, um jovem psicólogo americano, James MacKeen Cattell, propôs o primeiro teste mental, depois de conhecer o inglês Francis Galton, primo de Charles Darwin. Galton havia sido considerado um prodígio na infância, mas, anos mais tarde, obteve desempenho acadêmico medíocre. Insatisfeito com seus resultados na universidade, em 1849 consultou um frenologista que lhe falou das capacidades intelectuais superiores herdadas dos antepassados, as quais expressariam com mais eficácia na vida cotidiana do que no ambiente universitário.

    Obtida essa explicação para seu fracasso, graças ao patrimônio herdado do pai, Galton dedicou-se à exploração do continente africano até que, em 1859, a leitura de A origem das espécies, do primo Charles, o iluminou. Decidiu estender as conseqüências da seleção natural ao homem e à sociedade. Duas idéias ganharam forma: assim como os caracteres físicos, as capacidades intelectuais são inatas; conseqüentemente, a evolução intelectual humana pode ser acelerada por um programa especial de seleção. Galton baseou nesses dois conceitos uma nova ideologia que chamou eugenética.

    Ele defendia que as características psicológicas eram hereditárias e as capacidades "naturais" de certos indivíduos estavam ligadas a qualidades cerebrais inatas. De início acreditou na existência de uma correlação entre as dimensões do cérebro e a inteligênncia, mas percebeu que essa hipótese também era falsa. Pensou, então, que a inteligência derivaria tanto do tamanho do cérebro quanto da eficácia do sistema nervoso.

    Uma forma de medir a habilidade mental parecia ser por meio do tempo de reação. E era justamente nesse tema que Cattell trabalhava no laboratório de Wilhelm Wundt, em Lípsia. Para sua tese em psicologia, o pesquisador fez diversos experimentos, desenvolvendo um instrumento que cronometrava os tempos de reação dos sujeitos aos quais fazia perguntas.

    Ele acreditava que quanto mais inteligente fosse uma pessoa mais eficientes deveriam ser seus circuitos nervosos, mais rápidos os sinais cerebrais e mais breves os tempos de reação. Galton o procurou e propôs um abrangente programa de pesquisa com aproveitamennto dos procedimentos aprimorados em Lípsia. Assim, Cattell se mudou para a Inglaterra, associando-se a Galton, que entre 1887 e 1888 o ajudou a criar seu próprio laboratório em Cambridge. Em janeiro de 1889, porém, Cattell foi contratado como professor de psicoloogia da Universidade da Pennsylvania, nos Estados Unidos, onde fundou um novo laboratório e começou a formar estudantes para estender o programa de Galton.

    Dois anos depois publicou o artigo "Mental tests and measurements", no qual propunha dez testes que mediam fatores heterogêneos como a pressão dinamométrica(a força refletiria a capacidade de controlar reações), a velocidade do movimento (a rapidez mostraria a inteligência) e a habilidade de memorizar letras. A aplicação dos testes foi um fracasso, e CatteIl abandonou a pesquisa para se dedicar à atividade editorial: foi diretor da revista Science até 1944.

    Como diretor do Laboratório de Psicologia da Sorbonne, Binet acompanhava os trabalhos de Cattell e, em 1896, identificou as causas do fracasso do psicólogo americano. "Na maioria dos casos, exceção feita às anomalias patológicas, as diferenças individuais nas sensações são muito fracas e insignificantes em relação às diferenças das faculdades superiores", escreveu.

    Para ele, não deveriam ser estudas as sensações, e sim as faculdades psíquicas superiores. Foi a essa pesquisa que Binet se dedicou: memória, representação mental, imaginação, atenção, compreensão, sugestionabilidade, senso estético, sentimentos morais, força muscular e força de vontade, habilidade e acuidade visual. O ápice de seu trabalho foi marcado pela publicação, em 1903, do Estudo experimental da inteligência, no qual abordava o desenvolvimento intelectual de suas duas filhas, Madeleine e Alice(que aparecem no livro com os pseudônimos de Marguérite e Armande).

    Binet não tentou definir os graus de desenvolvimento mental, mas procurou fundar uma psicologia das diferenças individuais. Descobriu que suas filhas eram igualmente inteligentes, embora apresentassem diversidades de gênio e comportamento que independiam da idade e se referiam a representações mentais. O pesquisador expôs com minúcia os testes aos quais submeteu as meninas, provas retomadas anos mais tarde em sua escala métrica.

    A escala para medir a inteligência foi criada para dar uma resposta ao problema da escolarização de crianças com deficiências mentais. Em 1904 foi nomeada uma comissão ministerial, da qual Binet participou, para tratar a questão dos alunos com dificuldade de aprendizagem. Encarregado de estudar medidas para assegurar os benefícios da instrução também para essas crianças, o grupo decidiu que seriam submetidas a exame psicológico e médico, para apurar se havia necessidade de encaminhá-las a uma escola especial. O desafio de Binet e seu colaborador Théodore Simon era elaborar um teste capaz de fornecer o diagnóstico científico da debilidade mental.

    Binet considerou tanto as limitações derivadas de um déficit de inteligência quanto condições ambientais adversas que poderiam influir nos resultados. A deficiência seria definida por um atraso de desenvolvimento. Todas as crianças, saudáveis ou não, eram avaliadas com base em uma mesma escala, cujos níveis subiriam com velocidades diferentes. O retardo no desenvolvimento seria notado quando o estudante tivesse desempenho inferior ao que era esperado para sua faixa etária.

    A elaboração da escala levou vários anos. A primeira versão do teste foi apresentada em 1905 na revista L'Année Psychologique, fundada por Binet. Ele e Simon ilustraram os vários testes considerados capazes de medir a inteligência humana e os reagruparam sob o título de "escala métrica da inteligência". No artigo, "Méthodes nouvelles pour le diagnostic du niveau inteIlectuel des anormaux"(Novos métodos para o diagnóstico do nível intelectual de deficientes), os pesquisadores restringiram-se a fornecer um instrumento para estabelecer o nível intelectual das crianças com desenvolvimento atrasado, comparando-o ao de outros alunos da mesma idade ou de faixa etária diferente, mas com nível intelectual similar. O limite entre a idiotia(retardo mental grave) e a imbecilidade(retardo mental leve) seria assinalado pelo aparecimento das primeiras provas verbais. Já a diferença entre imbecilidade e debilidade seria mensurada por provas de julgamento. E a distância entre a debilidade e o rendimento que poderia ser considerado normal seria caracterizada pelas capacidades de abstração e de trabalho no espaço mental.

    A escala de Binet e Simon é composta por provas de dificuldade crescente, sendo que a cada nível corresponde um grau diferente. O método possibilita obter classificações. Assim, entre a criança e o adulto e, pelos mesmos motivos, entre sujeitos de idade e nível mental variados, a diferença não é quantitativa, mas qualitativa

    Ainda em 1905 Binet criou o laboratório-escola da rua Grange-aux- BeBes, em Paris, que lhe ofereceria a estrutura necessária para desenvolver as próprias idéias. O objetivo foi finalmente alcançado em 1908; enquanto a escala elaborada três anos antes era imprecisa e não compreendia referências à idade, o novo teste oferecia maior grau de precisão. Com a versão de 1908, o instrumento grosseiro para identificar o retardamento mental se tornou um teste mais minucioso, que permitiu instituir uma hierarquia entre as crianças saudáveis. Cada vez mais, Binet distanciava-se das referências patológicas para se aproximar da educação.

    Nos casos de pessoas com deficiência visual, há aumento da discriminação auditiva principalmente se a fonte de estímulos estiver perifericamente localizada. Na privação de estímulos visuais ocorre uma alocação topográfica intensa dos processos auditivos(temporal) e tácteis(parietal) para as áreas originariamente visuais do cérebro. Estudos com tomografia por emissão de pósitrons(TEP) em deficientes visuais durante leitura em Braile mostram ativação metabólica cerebral em áreas occipitais, portanto não originalmente tácteis mas visuais. Interessantes pesquisas em biotecnologia médica têm sido realizadas sobre a reconstrução e transformação de imagens bi e tridimensionais em estímulos tácteis que seriam processados pelos deficientes visuais enquanto uma verdadeira visão somestésica, ou seja, construída a partir do tato.

    Uma nova escala foi proposta em 1911. Com a morte de Binet nesse ano, ela se tornaria a versão definitiva do clássico teste Binet-Simon. A principal modificação está na apresentação, que permite um cálculo mais rápido e preciso do nível mental.

  • Multiplas Inteligências?

    No século XX foram elaboradas outras padronizações para medir o QI. O modelo criado pelo americano David Wechsler é um dos mais conhecidos. Binet e Wechsler concebiam a inteligência como uma capacidade global, e suas escalas visavam uma avaliação que resumisse esse potencial em um índice. Os resultados, no entanto, podem ser heterogêneos, e os psicólogos interpretaram os perfis de êxito mediante diversos aspectos avaliados por essas escalas, concluindo que a inteligência é uma faculdade complexa. Em outras palavras, uma pluralidade de inteligências.

    Esse caráter multidimensional foi posto em evidência pelos testes fatoriais. O pesquisador Charles Spearman foi um dos primeiros a levantar a hipótese de uma psicologia fundada nas correlações. Ele estudou a vinculação entre inteligência e discriminação sensorial, encontrando uma relação perfeita. Binet ficou profundamente surpreso e classificou os experimentos de Spearman como pouco confiáveis. Este, porém, repetiu as experiências com sucesso e concluiu que todos os aspectos da atividade intelecctual têm em comum uma função fundamental, um fator geral de inteligência, denominado "fator g".

    O modelo foi criticado no fim da década de 30 por Louis Thurstone que, com base nas análises das correlações de um grande conjunto de dados, não encontrou um fator geral, mas vários fatores correspondentes a atitudes independentes(compreensão verbal, fluidez verbal, atitude numérica, inferência, atitude espacial, velocidade perceptiva, memória).

    A inteligência seria então unidimensional ou multidimensional? Na verdade, existem tanto um componente unidimensional(o fator g) quanto aspectos multidimensionais. Binet, fundador da mensuração da inteligência, a avaliava como uma qualidade global. Hoje muitos pesquisadores estão convencidos de que sua natureza é plural e defendem, como Howard Gardner, o conceito de inteligências múltiplas.

  • Efeito Flynn

    Mais que ontem, menos que amanhã: nos últimos 50 anos, os resultados dos testes de quociente de inteligência têm aumentado(pelo menos nos países onde há dados confiáveis e examináveis), subindo na média três pontos a cada década. Foi o professor de ciências políticas James R. Flynn, da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, que, nos anos 80, descobriu o fenômeno, por isso mesmo denominado "efeito Flynn". Ele observou, por exemplo, que de 1938 a 1984 os americanos tinham aumentado em 13,8 pontos seu QI e, apesar da grande variação entre os países, ocorrera um aumento de cinco a 25 pontos de uma geração para outra.

    Essa melhora de resultados aparecia de forma mais marcada nos testes de habilidade "fluida"(menos dependente de fatores culturais ou escolares) que naqueles para inteligência "cristalizada"(como na escala de Binet). Há várias hipóteses sobre as causas dessa variação, entre elas a influência de uma melhor alimentação e o aumento dos anos de escolarização. Todavia, já que nenhuma delas corresponde plenamente aos dados, é possível que haja influência de diversos elementos. A questão provoca muitas discussões. O próprio Flynn considera que se trata de um aumento da capacidade de resolver problemas abstratos mais do que da inteligência propriamente dita. Estudos mais recentes parecem apontar, entretanto, que em alguns países a tendência estaria se invertendo: na Dinamarca e no Reino Unido os resultados dos testes de QI das gerações mais jovens estão em queda.

  • Olhar, Conhecer, Executar

    A escala métrica é fundamentada em diferentes testes, classificados por ordem de dificuldade crescente. Conforme o nível em que o sujeito pára, Binet deduz se seu desenvolvimento está num patamar adequado. Dentre essas provas encontram-se testes sobre:

    Olhar - Prova de coordenação viso-motora. Preensão provocada por estimulação tátil; prova de coordenação entre a sensação tátil da mão e a capacidade de pegar um objeto; preensão provocada por percepção visual; prova de coordenação entre a visão de um pequeno cubo de madeira branca e a capacidade de apanhá-lo.

    Conhecimento do alimento - Prova de discriminação entre um pedaço de chocolate e um cubo de madeira branca de tamanhos parecidos; busca do alimento, complicada por uma dificuldade mecânica. Implica memória, vontade e coordenação.

    Execução de ordens simples - Sentar-se, recolher um objeto, imitar gestos simples(bater as mãos, levantar os braços e assim por diante). Prova destinada a verificar a existência de diversas coordenações motoras e de associações entre certos movimentos e a inteligência do significado de certos gestos.

    As provas permitiam avaliar o grau de comprometimento intelectual com base em:
    - Limite entre a idiotia e a imbecilidade.
    - Conhecimento verbal dos objetos.
    - Conhecimento verbal das imagens.
    - Denominação dos objetos indicados.
    - Comparação de duas linhas de diferente extensão.
    - Repetição de três cifras.
    - Limite entre imbecilidade e debilidade mental.
    - Comparação entre dois pesos.
    - Sugestionabilidade.
    - Definições verbais de objetos conhecidos.
    - Repetição de frases compostas por 15 palavras.
    - Diferença entre diversos objetos recordados(essa prova permite separar as crianças de 5 anos das de 7).
    - Exercícios de memória com imagens.
    - Dois desenhos feitos de memória.
    - Repetição imediata de cifras.
    - Semelhança entre vários objetos recordados.
    - Confronto de comprimentos.
    - Ordenação de cinco pesos.
    - Lacunas de pesos.
    - Exercícios com rimas.
    - Lacunas verbais a preencher.
    - Síntese de três palavras na mesma frase.
    - Limiar entre debilidade mental e normalidade.
    - Resposta a uma pergunta abstrata.
    - Inversão dos ponteiros do relógio.
    - Recorte de uma folha dobrada em quatro.
    - Definição de termos abstratos.

    O Pioneiro

    Os primeiros testes para medir a inteligência se devem ao psicóloogo francês Alfred Binet, nascido em 1857. Jurista de formação, trabalhou com hipnose de 1883 a 1890 no hospital psiquiátrico da Salpêtriere, em Paris. Atraído pelo estudo do comportamento, em 1891 foi contratado pelo laboratório de psicologia experimental da Universidade Sorbonne. Com o nascimento de suas filhas, Binet começou a interessar-se pelo funcionamento da mente das crianças e passou a se perguntar como poderia medir a inteligência. Em 1905 publicou seu primeiro teste. Morreu em 1911, logo após a publicação da terceira revisão da escala da inteligência.

    Sucesso planetário

    A escala de Binet adquiriu fama mundial. Logo foi adotada em vários países e aplicada também em adultos. Em 1916, o americano Lewis Terman, da Universidade Stanford, abreviou a expressão inteligence quotiente para IQ e tornou o teste conhecido nos Estados Unidos, com enorme popularidade. Naquele ano, um americano acusado de homicídio foi submetido à avaliação. Seus resultados foram tão baixos que convenceram o júri a absolvê-lo devido a suas condições mentais. Um ano mais tarde o exército dos Estados Unidos encarregou um comitê, do qual Terman fazia parte, de projetar um teste "de massa" ao qual pudesse submeter seus recrutas: até 1919, 2 milhões de homens americanos tiveram o QI medido. Após a Primeira Guerra Mundial quase todas as escolas nos Estados Unidos adotariam alguma forma de teste para seus alunos.

    As oito habilidades

    Há muitas maneiras pelas quais a inteligência pode emergir. Para o professor de ciências da educação Howard Gardner da Universidade Harvard, falar de quantificação de uma única forma é quase uma ofensa. Em 1995, ele começou a elaborar uma teoria segundo a qual as habilidades intelectuais são oito: lingüísstica, lógico-matemática, musical, espacial, cinestésica, naturalística, existencial e emocional(empática). Obviamente, uma forma de inteligência não exclui outra, o que significa que um indivíduo pode sobressair em diversos campos(e até em todos). A ausência de capacidaades lógico-matemáticas marcantes em uma pessoa não deve, portanto, levar à conclusão de que ela não é inteligennte, como se acreditava no passado.

    Sobre o autor

    Serge Nicolas é professor de psicologia experimetnal da Universidade René Descartes de Paris. Tradução de Doris Cavallari.

    Para conhecer mais

    Estruturas da mente. H. Gardner. Artmed, 1994.
    Inteligência: um conceito reformulado da mente. H. Gardner. Objetiva, 2000.

  • Leitura Dinâmica e Memorização

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